quarta-feira, 15 de outubro de 2014

REPORTAGEM DA REVISTA O2

AGRADEÇO A TODOS QUE SEMPRE ACREDITARAM  EM NOSSO TRABALHO. 
REVISTA O2 ( ENTREVISTA COM NOSSA ALUNA Ana Maria Accioly ) E
RUNNING ASSESSORIA ESPORTIVA SELECIONADA ENTRE AS MELHORES, VALEU







sábado, 9 de agosto de 2014

PORQUE TREINOS COMBINADOS DE FORÇA E AERÓBIOS SÃO TÃO SIGNIFICATIVOS PARA EMAGRECIMENTO?



Nos últimos anos houve incremento do número de adultos acima do peso saudável em todo o mundo, afetando aproximadamente 50,8% da população brasileira segundo o Ministério da Saúde (2014). Embora seja recomendado melhora no padrão alimentar e a prática de atividade física no controle do peso e no emagrecimento (Donnely, et. al. 2009), não há consenso da melhor prescrição de exercício, tipo e metodologia que promovam mudanças significantes.

Alguns aspectos devem ser considerados na organização de um programa de exercícios no emagrecimento:
  1. exercícios que promovam alto gasto calórico por sessão, devendo para isso envolver grandes grupos musculares preferencialmente o corpo todo;
  2. exercícios em intensidades moderada a vigorosa, sendo que quanto mais tempo em atividade vigorosa, maiores serão os benefícios;
  3. programa deve ser prescrito para 4-5 vezes por semana, pois a frequência é determinante no emagrecimento.
Nesse sentido, os treinamentos que buscam a melhora do condicionamento físico, tanto da função cardiorrespiratória como da força muscular são fundamentais, embora a pergunta chave seja: fazer os dois estímulos na mesma sessão ou em dias diferentes?
Os estudos mais recentes (Silva Filho, et. al., 2014; Alizadek, et. al., 2013) demonstram exercícios combinados de força e aeróbico em uma mesma sessão, em alta intensidade, são mais efetivos que fracionados em dias diferentes, tendo redução média de 22,3% (Pekmezi, et. al., 2011) em relação aos treinamentos em dias diferentes (Souza, et. al., 2014).

Entretanto, na mesma sessão de treinamento a ordem de execução (aeróbico+força; força+aeróbico) não é fator determinante para promover maior gasto calórico, sendo similares. A intensidade do programa de treinamento aeróbico deve ficar entre 80-85% da frequência cardíaca máxima na parte aeróbica e o trabalho de força, pensando na musculação, deve ser organizado para ganhos de força-hipertrofia.

Mais recentemente (Moura, 2014) sabe-se que o treinamento de força-hipertrofia seguindo a periodização ondulatória promove maior perda de gordura corporal e ganho de massa magra que o treinamento linear. 

No treinamento de força-hipertrofia, recomenda-se que os exercícios sejam multiarticulares, pois assim haverá maior demanda metabólica pela quantidade total de músculos envolvidos em todos os exercícios. 

Desta maneira, o incremento da massa magra contribuirá com a manutenção do peso após a redução do peso em função do aumento da taxa metabólica em repouso e no exercício. Os exercícios aeróbicos isoladamente se mostram menos efetivos na manutenção do peso corporal após programa de redução da adiposidade.

Aylton Figueira Jr

sexta-feira, 25 de julho de 2014

CLÍNICA DE AVALIAÇÃO FÍSICA E FUNCIONAL

A partir de agosto, Recife terá a mais nova Clínica de Avaliação. Você poderá contar com a intervenção de uma equipe multidisciplinar, formada por Educador Físico, Nutricionista geral e esportiva, Endocrinologista e Psiquiatra.
Aguardem!
Av. antônio de Góes, Empresarial ITC, 275 , sala 203 - Pina -Recife - PE
Fone: 81 3097 -1010
 



sábado, 19 de julho de 2014

VIVA O CLIMA DA ESTAÇÃO - INVERNO COM SAÚDE

Running Assessoria Esportiva em conjunto com o Hospital Santa Joana realizou mais um Inverno com saúde em Recife na praia de Boa Viagem e em Gravatá no Parque da cidade.



segunda-feira, 7 de abril de 2014

CORRIDA E CICLO MESTRUAL


Saiba como aliar essa fase aos seus treinamentos, driblando alguns desconfortos pré-menstruais sem prejudicar seu desempenho na prática esportiva...

Mesmo sabendo que a corrida é uma atividade física que proporciona diversos benefícios à saúde, existe uma dúvida comum entre as corredoras, sobre praticar ou não o esporte no período mais crítico do ciclo menstrual. Na verdade, isso é uma escolha de cada atleta e, para tomar essa decisão, é ideal saber como o corpo se adapta aos treinamentos durante cada fase. 

O ciclo 
menstrual, geralmente, dura 28 dias e é composto por três fases: folicular, luteiníca e ovulatória. A fase luteiníca inicia-se após a ovulação, por volta do 15º dia do ciclo, e vai até o dia da menstruação. Nesse período, o nível de estrogênio cai e o de progesterona aumenta, encerrando o período fértil e promovendo alterações no corpo que dão origem a Tensão Pré-menstrual (TPM) – que dura alguns dias até a menstruação.

Nesse momento, é comum a corredora não ter muita 
disposição para treinar, por causa dos sintomas da TPM, como enxaqueca, irritabilidade, retenção de líquido, prisão de ventre, entre outros. Quando a chega a menstruação, a mulher pode ficar mais sensível e mais influenciada por alguns desconfortos causados pelas cólicas abdominais, cansaço e inchaço, por exemplo. Por isso, o rendimento físico pode diminuir.

“Embora muitas atletas sintam um desconforto maior durante os dias mais críticos do ciclo e sentem uma 
queda no rendimento, nem sempre é preciso deixar de treinar por conta disso”, explica a treinadora Alessandra Othechar, diretora técnica da Ação Total Assessoria Esportiva. Portanto, uma solução para não abandonar os exercícios é escolher algo mais tranquilo e relaxante, como uma caminhada ou uma sessão de alongamento.

O período folicular, que vai do 
início da menstruação até a nova ovulação, é o processo de crescimento do folículo do ovário, durando de 12 a 14 dias. Essa fase é caracterizada pelo aumento gradativo do bem-estar e disposição para as atividades físicas, pois há uma diminuição da retenção de líquido e maiorconsumo de oxigênio. Portanto, o momento após a menstruação é o melhor para a atleta garantir um bom desempenho na corrida.

Já a fase ovulatória – que dura cerca de 16 a 32 horas - começa a 
partir da ovulação e marca o início doperíodo fértil. Nesse momento, o óvulo pode ser fecundado, mas, se isso não acontecer, ele continua seu percurso, normalmente, sem gerar grandes problemas no ciclo. Portanto, a corredora continua numa boa fase para praticar a atividade, podendo até aumentar certas cargas, de acordo com a orientação necessária de um profissional.

Solucionando o problema! 

A prática regular de uma atividade física como a corrida proporciona à atleta inúmeros benefícios. Existem alguns estudos que relatam que o exercício físico minimiza alguns desconfortos e também o estresse causado pela 
tensão pré-menstrual. “Em alguns casos, a prática da corrida melhora esses sintomas devido ao aumento da serotonina, um neurotransmissor que diminui a dor”, explica a Maita Poli de Araújo, médica coordenadora do Setor de Ginecologia do Esporte da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo.
 É importante lembrar, porém, que nem todas as corredoras sofrem de TPM ou sentem algum desconforto em treinar nesse período. Apesar de as alterações sofridas no ciclo menstrual, que podem interferir muito na saúde e no bem-estar, há mulheres que não notam diferenças tão bruscas, suficientes para as impedir de correr. “Respeitar a individualidade de cada mulher é primordial nesse contexto. Por esse motivo, os treinadores devem estar atentos para adequar os exercícios às fases do ciclo menstrual de cada atleta, bem como indicar a procura para o auxílio de um médico, para amenizar os sintomas da fase pré-menstrual (TPM)”, indica Alessandra. 

Para as corredoras que sofrem esses desconfortos, o ideal é ajustar o programa de 
treinamentos com o período da TPM, ou deixar para fazer uma atividade mais leve “naqueles dias”. Porém, se o incômodo for muito grande, deixe de correr e procure um médico.